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Notícias de negócios, startups e tecnologia

Rodadas de investimento, venture capital, fintechs e a tecnologia que muda setores inteiros.

Últimas de negócios e startups

Como acompanhar negócios e startups

Esta seção cobre o que acontece antes de a empresa chegar à bolsa — e o que a tecnologia faz com quem já está nela. Rodadas de investimento, aquisições, entrada de fundos de venture capital, expansão de fintechs e movimentos de plataformas digitais.

Para o investidor de bolsa, a utilidade é indireta, mas real: a startup de hoje é a concorrente do setor listado de amanhã. Fintechs pressionaram a margem de bancos tradicionais; plataformas de comércio eletrônico redesenharam o varejo; empresas de software mudaram a estrutura de custo de setores inteiros.

Um cuidado ao ler o noticiário de startups: valuation de rodada não é preço de mercado. O número anunciado em uma captação reflete o que um investidor específico pagou por uma fatia pequena, geralmente com cláusulas de proteção que não existem para o acionista de bolsa. Comparar diretamente com o valor de mercado de uma companhia aberta induz a erro.

Também vale distinguir crescimento de receita de geração de caixa. Empresas de tecnologia crescem rápido queimando capital, e o modelo funciona enquanto houver funding barato. Em ciclo de juro alto, o mesmo plano de negócio vira problema — foi o que aconteceu com boa parte das empresas de tecnologia listadas na B3 desde 2021.

Dados que ajudam a interpretar estas notícias

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Perguntas frequentes sobre negócios e startups

O que é venture capital?

É o capital de risco investido em empresas jovens com alto potencial de crescimento, em troca de participação societária. Diferente da bolsa, o investimento é ilíquido e a saída acontece por venda da empresa ou por abertura de capital.

O que é um unicórnio?

Startup privada avaliada em pelo menos US$ 1 bilhão. É um marco de valuation, não uma medida de lucro: várias empresas nessa faixa ainda operam com prejuízo.

Como investir em startups?

Para pessoa física, as vias mais comuns são plataformas de investimento coletivo reguladas pela Resolução CVM 88 e fundos de venture capital para investidores qualificados. São aplicações ilíquidas e de risco alto, sem cobertura do FGC.

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